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disfunções sexuais, Sexualidade na Internet

Explicando o Orgasmo Feminino

Resultado de imagem para netflix explained orgasmExplained“, a nova série de documentários da Netflix em parceria com a Vox.com,  traz em seu último episódio um interessante panorama sobre o Orgasmo Feminino. Com um olhar abrangente sobre os estudos de anatomia e fisiologia sexual, incluindo os contextos históricos e culturais que os afetam,  o episódio discute a dificuldade que muitas mulheres tem para incorporar em suas vidas sexuais roteiros que incluam de valorizem seu prazer. Com a participação de sexólogos renomados como Beverly Whipple e Barry Komisaruk, o programa de cerca de 20 minutos de duração levanta pontos fundamentais para uma melhor compreensão da sexualidade feminina.

O episódio poder ser acessado (para assinantes) aqui .

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Não tenho vontade de transar

Um depoimento muito bacana do blog miscelânea materna!

A chegada de um filho muda muita coisa na vida de um casal: mudam os papéis, as tarefas, as emoções, os corpos e a dinâmica do casal.

As diferenças de expectativas e necessidades de cada um, associadas à falta de comunicação podem levar a mágoas, desentendimentos e conflitos no relacionamento.

O impacto disso é sentido na cama, que deixa de ser um lugar de encontro, prazer e relaxamento para se tornar um campo de batalha onde só há perdedores.

Saber lidar com esse turbilhão de mudanças é um desafio para quase todas as pessoas que encaram o desafio da maternidade.

Buscar apoio profissional em caso de necessidade é uma ótima alternativa, como sugere o texto do blog.

Miscelânea Materna

Estou sendo bem aberta ao vir aqui falar sobre esse assunto que ainda é bicho de sete cabeças para muitas mães, e espero que vocês sejam abertas em aceitar que isso é tão absurdamente comum, que existem terapeutas apenas para casos assim.  Que você não está sozinha, e que tudo pode não passar de simplesmente uma fase.

Quando meu filho mais velho tinha a mesma idade da minha caçula, de dois para três anos, eu passei por uma crise dessas. Queria fazer qualquer coisa, menos me deitar na mesma cama que o parceiro. Aumentava o tempo da minha menstruação e criava dores no corpo só de desculpa para não precisar transar.

Isso é o suficiente para estabelecer uma crise na maioria dos casamentos. Se depender de homem, sexo é todo dia, igual bater ponto no trabalho. Então quando a negação da mulher passa a ser recorrente, é normal observar que…

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Eventos

I Curso de Imersão em Sexualidade Feminina

Ainda dá tempo de se inscrever no I Curso de Imersão em Sexualidade Feminina, promovido pela Divisão de Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

curso usp 2018

 

O Curso será realizado no dia 16 de junho de 2018, no auditório do Instituto de Radiologia do HC, e contará com a participação de renomados especialistas na área.

Para maiores informações e inscrições clique aqui.

disfunções sexuais, Opinião

O que fazer quando a rotina sexual é desconfortável?

Ilustração de uma mulher com dor
Para muitas mulheres, a atividade sexual é sinônimo de desprazer, desconforto e de dor. Mesmo assim, muitas delas mantém uma vida sexual regular, pelos mais diversos motivos.
As causas mais frequentes de dor à relação sexual são a falta de lubrificação vaginal e a contratura da musculatura perineal. Fazer sexo sem desejo, por obrigação ou apenas para agradar o parceiro tem grande possibilidade de resultar em desconforto e frustração. O mais impressionante é que um número significativo de mulheres acham que esse sexo burocrático e sem prazer é o “normal” e podem passar uma vida inteira se conformando com sexo sem graça, sem personalidade e sem perspectiva.
O site da BBC publicou uma reportagem interessante sobre o assunto que você pode ler aqui., num artigo intitulado “Por que a dor e a falta de prazer fazem parte da vida sexual de tantas mulheres?”
Essa situação pode mudar a partir do momento em que a mulher se descobre como um ser sexuado, onde ELA se dá a permissão e o direito de sentir tesão e assume as rédeas da própria sexualidade, onde as próprias necessidades vem em primeiro lugar e a busca do prazer passa a ser feita JUNTO com a pessoa que compartilha sua cama, e não mais PARA ela.
Para chegar a esse amadurecimento é necessário questionar uma série de valores e regras aos quais somos apresentados ao longo da vida, num processo de reaprendizado de coisas que nunca foram ensinadas. Como em qualquer atividade, sexual ou não,  cada uma tem seu tempo e ritmo para chegar lá. Umas podem preferir desbravar estes territórios sozinhas, outras podem explorar novos caminhos com suas parcerias, enquanto algumas podem repensar suas trajetórias e traçar novos planos com ajuda profissional.
Seja qual for a opção escolhida, o importante é se mexer,  sair da acomodação e buscar  novos caminhos, que levem a novos lugares e novas visões do mundo, numa jornada em direção ao auto conhecimento.